sexta-feira, 9 de maio de 2008




Oi pessoal, andei sumido né... desculpa... É que ando sem tempo($$$$) sabem como é...

Mas aviso que esses tempos de andar duro, sem um puto furado estão cheganmdo ao fim... logo logo serei efetivado, e tudo isso será passado, comprarei um PC para falar com todos e terei acesso livre ao meu blog ok?
No meu trabalho consigo não ver os recados de vcs, porque o site do blogger está bloqueado. Abre página pornô, mas o blogger tá bloqueado. Onde está a democracia? o livre arbítrio de abrir um site onde se coloca textos e fotos, hein, hein, hein??? A culpa, meus caros, é do governo... sim o governo, com suas mão fétidas, dão um jeito de mudar o conceito de toda uma geração que vive de inocentes textos falando sobre a natureza, a vida no seu modo mais comum... Sabe o que é isso? o fim está chegando... vamos todos morrer... sim todos mortos... só sobrarão as baratas e os políticos... mais políticos que baratas, eu creio...






domingo, 20 de abril de 2008

Sobre o que tem na minha mente



Na minha mente tem cheiro de chá. tem bolo fresco de fubá e janelas abertas. Tem vento frio entrando pelas janelas abertas. Tem céu nublado. Na minha mente, tem árvores na paisagem. Tem montanhas verdes meio cobertas pela neblina. Isso, também tem neblina. Na minha mente, tem uma piano tocando. também tem caneta e papel. Sai fumaça da minha xícara de chá. A música me dá calafrios, o vento frio me deixa entorpecido, o céu me deixa melancólico, minha mente, sim, na minha mente também tem melancolia...

terça-feira, 1 de abril de 2008

KT Tunstall



Já que minha vida cheira à música,
eis aqui uma mulher que sabe perfumar a mionha vida:


Stoppin' The Love (tradução)

Então você acha engraçado
Ficar me ligando o dia inteiro todos os dias
Oh querido
Não quero ficar te seguindo e me apaixonando
Mas se você vai embora
Eu não sei
Eu não sei porque eu não te seguiria
Não seguiria
Você me faz ficar de cabeça erguida
Mesmo quando eu estou caindo
Você me faz rastejar fora da minha pele
Você faz eu me perguntar porque
Eu estou embaixo desse grande e velho céu
Parando de deixar o amor entrar
Agora, você é diz que é facil
Se apaixonar por todo o meu charme
E se perder no meu sorriso
Voce nunca para de me impressionar
Quando estou mechendo no meu braço
Você diz que até isso eu faço com estilo
E por isso eu espero
Que você ainda esteja comigo amanha
Comigo amanhã
Você me faz ficar de cabeça erguida
Mesmo quando eu estou caindo
Você me faz rastejar fora da minha pele
Você faz eu me perguntar porque
Eu estou embaixo desse grande e velho céu
Parando de deixar o amor entrar

segunda-feira, 24 de março de 2008

the beatles- strawberry fields forever


Tem certas músicas que ficam na nossa vida por toda eternidade. Quando eu morrer, será que alguém pode fazer o favor de tocar strawberry fields forever? Thank´s





quarta-feira, 19 de março de 2008

Sobre minha mente parte 2


Fico pensando, que enquanto o tempo passa, eu estou tentando conseguir um jeito de viver bem. A gente passa a vida lutando por um jeito de viver bem, e quando a gente consegue, a vida já passou, e só sobraram os anos em que não se pode mais viver. A juventude é a melhor fase da vida, e hoje jogamos ela fora com infindáveis tentativas de ter condições para uma vida tranquila. Queria poder viajar, passear, conhecer gente nova, andar num lugar com muita árvore e folhas amarelas no chão, mas queria fazer isso agora, e não quando estiver velho, quase me decompondo... em fim, o tempo em si é longo, mas o tempo que sobra pra nós é quase o de uma ampulheta pela metade... que tempos esses...

Ah, amanhã eu terei menos um ano de vida....

quinta-feira, 13 de março de 2008

O dia em que nasci moura e pereça



O dia em que nasci moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar;
Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o Sol padeça.
A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,
Mostre o Mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao Mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!


Luís de Camões

terça-feira, 4 de março de 2008



Carlos Drummond de Andrade


Os ombros suportam o mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil.

E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco.

Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos.

Pouco importa venha a velhice,

que é a velhice?

Teus ombros suportam o mundo

E ele não pesa mais que a mão de uma criança.

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios

provam apenas que a vida prossegue

E nem todos se libertaram ainda.

Alguns, achando bárbaro o espetáculo

prefeririam (os delicados) morrer.

Chegou um tempo em que não adianta morrer.

Chegou um tempo que a vida é uma ordem.

A vida apenas, sem mistificação.